quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Exibição do filme "O Jovem Karl Marx" na UFG

Na próxima quarta-feira (4/10), às 8h30min, no auditório Lauro Vasconcelos (Faculdade de História da UFG em Goiânia), haverá a exibição do filme "O Jovem Karl Marx". O evento é gratuito e aberto a quem possa se interessar. Após à sessão, será realizado um debate.



Nova edição da REVISTA ESPAÇO LIVRE


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

O filme "O Jovem Marx" chega a Belo Horizonte

Do diretor Raoul Peck (que também dirigiu o documentário "I Am Not Your Negro"), o filme "O Jovem Marx" chega a Belo Horizonte para ser exibido pela pela primeira vez na cidade no próximo dia 29 de setembro de 2017, às 19h, no Auditório Luiz Bicalho, na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) da UFMG.
O filme apresenta um olhar sobre a juventude de Karl Marx, da sua esposa, Jenny, e de Friedrich Engels, e o cruzamento entre os três que levou Marx e Engels ao desenvolvimento de novas teorias políticas, atravessando por suas conturbadas passagens entre Paris, Londres e Bruxelas.
O evento é aberto ao público. Após a exibição do filme haverá um debate entre os presentes.


quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Cine Debate Ruptura apresenta: "O Jovem Marx"


NOVAS SESSÕES!!



O filme "O Jovem Marx" foi lançado recentemente e não foi exibido nas salas de cinema de Goiânia. O Ruptura - Espaço Cultural, vai realizar três sessões desse filme acompanhadas de debate, inaugurando o seu evento "Cine Debate Ruptura":

CINE DEBATE RUPTURA

Apresenta...

“O Jovem Marx”, um filme de Raoul Peck sobre o fundador do marxismo.

Em duas sessões:

Dia 31/08 (quinta), às 19 horas.
Dia 01/09 (sexta), às 19 horas.
Entrada: R$10,00

Inscrições: rupturacultural10@gmail.com
As inscrições devem ser feitas até dia 30/08, 23:59 minutos e é necessário que receba um email de confirmação de inscrição, pois são apenas 30 vagas por sessão. Por isso se solicita colocar a sessão de preferência e disponibilidade para outra sessão, como opção, caso já tenha esgotado as vagas.

Promoção: RUPTURA ESPAÇO CULTURAL

Apoio:

NUPAC (Núcleo de Pesquisa e Ação Cultural)

GPDS/UFG (Grupo de Pesquisa Dialética e Sociedade)

NEMOS/UFG (Núcleo de Estudos e Pesquisa em Movimentos Sociais)

NPM/UEG (Núcleo de Pesquisa Marxista)

NEPALM/UFMS (Núcleo de Estudos e Pesquisa América Latina em Movimento).

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Contra o neoliberalismo e as políticas de austeridade


O Estado neoliberal é a forma estatal adequada à etapa atual do modo de produção capitalista. Com diferenças nacionais, pode-se dizer que esta forma estatal se caracteriza por: a) privatização das empresas estatais; b) privatização e/ou redução dos gastos com “serviços públicos” como saúde, educação, saneamento básico etc. e, contraditoriamente, aumento dos recursos com segurança, encarceramento, repressão; c) retirada de direitos trabalhistas; d) políticas de austeridade etc.
As chamadas “políticas de austeridade” do atual governo são a última expressão do Estado neoliberal no Brasil. É o “Estado mínimo” defendido pelos capitalistas e seus ideólogos neoliberais que atuam nos meios de comunicação de massa, nos governos e nas universidades. Estado mínimo em “direitos sociais”, máximo em repressão e entrega dos recursos estatais para os empresários e banqueiros. Mas as políticas neoliberais não surgiram nos últimos meses, elas vêm sendo implantadas no Brasil desde a década de 1990, começando com o governo de Fernando Collor de Mello e continuando com os governos de Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.
As últimas medidas tomadas pelo governo só confirmam este caráter neoliberal do Estado brasileiro (reforma trabalhista, reforma da previdência, etc.). Contudo, para os trabalhadores, o problema não é o Estado na sua forma neoliberal em particular, mas sim o Estado em geral. A função da instituição estatal, em suas várias formas assumidas ao longo da história do capitalismo, é conter a luta de classes por meio da regularização das relações sociais e da repressão das classes exploradas e oprimidas, garantindo, assim, as condições de reprodução das relações de dominação e exploração. Deste modo, a luta não é somente contra o Estado neoliberal, como defende o bloco reformista (sindicatos, partidos de “esquerda”, etc.), a luta deve ser contra o capitalismo e o Estado em geral, independente da forma que se apresenta e do partido que está no governo.
Nos últimos anos, vem se esboçando no Brasil experiências de lutas que apontam, mesmo que embrionariamente, para isto. A juventude estudantil tem demonstrado grande combatividade e criatividade no enfrentamento das ações de governos que prejudicam as classes desprivilegiadas. As mobilizações espontâneas de maio e junho de 2013 e as ocupações de escolas e universidades nos últimos dois anos são os exemplos mais recentes dessa disposição de luta. À medida que se insurgem contra os aumentos das passagens do transporte coletivo, pelo passe livre, contra o fechamento ou a terceirização das escolas públicas e contra as medidas que limitam os recursos para os serviços públicos, a juventude cria novas formas de luta e de organização, livres das amarras burocráticas das entidades estudantis tradicionais (UBES, UNE, DCE etc.).
Da mesma forma, as classes trabalhadoras desprivilegiadas, em especial o proletariado, devem arrancar suas lutas das mãos das instituições sindicais, dos partidos políticos e dos políticos profissionais. Enquanto estiverem submetidas aos seus “representantes”, as classes trabalhadoras não se constituirão como uma oposição real à radicalização das políticas neoliberais em curso. Só podem constituir tal oposição, através da auto-organização e do desenvolvimento da consciência de seus interesses de classe.
Somente superando a sociedade capitalista é que se vislumbra a solução dos problemas sociais existentes. Não se trata de reformar o capitalismo, mas sim, de superá-lo, estabelecendo em seu lugar uma sociedade radicalmente distinta: a Autogestão Social!
Movimento Autogestionário

sexta-feira, 7 de julho de 2017

O filme sobre o Jovem Karl Marx em Goiânia!



O filme "O Jovem Marx" foi lançado recentemente (trailer abaixo) e não foi exibido nas salas de cinema de Goiânia. O Ruptura - Espaço Cultural, vai realizar três sessões desse filme acompanhadas de debate, inaugurando o seu evento "Cine Debate Ruptura":

CINE DEBATE RUPTURA

Apresenta...

“O Jovem Marx”, um filme de Raoul Peck sobre o fundador do marxismo.

Em três sessões:

Dia 13 (quinta), 19 horas (sem vagas) 

14 (sexta), às 19 horas, (sem vagas).
Dia 15, sábado, às 08:30, (últimas vagas).
Entrada: 10 reais.

Inscrições: gpdsufg@gmail.com
As inscrições devem ser feitas até dia 12, 23:59 minutos e é necessário que receba um email de confirmação de inscrição, pois são apenas 40 vagas por sessão. Por isso se solicita colocar a sessão de preferência e disponibilidade para outra sessão, como opção, caso já tenha esgotado as vagas.

Mais Informações:
https://rupturaespacocultural.blogspot.com.br/2017/07/o-jovem-marx-no-cine-debate-ruptura.html

Promoção: RUPTURA: ESPAÇO CULTURAL

Apoio:


NUPAC (Núcleo de Pesquisa e Ação Cultural)

GPDS/UFG (Grupo de Pesquisa Dialética e Sociedade)

NEMOS/UFG (Núcleo de Estudos e Pesquisa em Movimentos Sociais)

NPM/UEG (Núcleo de Pesquisa Marxista)

NEPALM/UFMS (Núcleo de Estudos e Pesquisa América Latina em Movimento).

sábado, 15 de abril de 2017